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Fernando Mendes: Cabriz é “uma grande marca e uma marca muito acarinhada”

Fernando Mendes: Cabriz é “uma grande marca e uma marca muito acarinhada”

Fernando Mendes protagoniza a peça Insónia, na qual Cabriz também sobe ao palco. A personagem principal, Custódio Reis, é um vendedor de vinhos e licorosos, que se debate com vários problemas que lhe tiram o sono. Financeiramente afogado em dívidas, Custódio ainda tem de lidar com o pedido de divórcio da mulher. É uma destas noites em claro que dá o mote para o espetáculo, com o protagonista a analisar os seus problemas e possíveis soluções. Sobre Cabriz, o ator – que se encontra diariamente com o grande público na RTP1 no popular programa “O Preço Certo” – garante que assim que a marca “aparece em cena o público identifica-a logo”. Ou não fosse Cabriz “uma grande marca e uma marca muito acarinhada”, frisa o artista.
Estamos mais habituados a vê-lo na televisão do que nos palcos de teatro. O que é que prefere?
Embora seja, normalmente, associado ao meu trabalho em televisão, prefiro, claramente o teatro.
Quais são as principais diferenças entre o trabalho que desenvolve na televisão e o que está a fazer com o espetáculo “Insónia”?
A primeira grande diferença prende-se com o facto de se tratar de duas plataformas completamente diferentes: televisão e teatro. No Programa “O Preço Certo”, que faço há quase 15 anos, não tenho guião. É tudo feito de improviso. Na peça de teatro “INSÓNIA”, tenho um guião, a peça tem uma história, foi escrita e encenada pelo talentoso Roberto Pereira e, como acho que está tão bem escrita, não há lugar para muito improviso.
Costuma dizer que prefere ser um ator popular a um ator conhecido. Pode explicar?
Ser popular na minha opinião é ter o carinho do público e eu preciso dessa energia para representar.
É apreciador de vinho? Como é que se preparou para encarnar a personagem de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos?
Sou sim. Com muitos ensaios! (risos) É a primeira vez que estou sozinho em palco, o que exige mais de mim. A responsabilidade é grande, por isso tive de trabalhar muito. Para fazer este personagem, analisei algumas das famílias que conheço, porque, na verdade, este Custodio Reis é o reflexo de muitas das famílias portuguesas.
Como é que tem sido a recetividade dos espectadores ao espetáculo?
Felizmente, está a ser muito boa. Já fizemos 28 sessões e tem corrido tudo muito bem.
E qual é que tem sido o feedback relativamente à “entrada em cena” de Cabriz?
É uma grande marca, e uma marca muito acarinhada. Assim que aparece “em cena”, o público identifica-a de imediato.
Qual a sua opinião sobre o Dão e Cabriz, em particular?
O Dão é uma região muito querida para mim, de onde saem vinhos únicos. E Dão é Cabriz, como diz o slogan, por isso sempre que penso em vinhos do Dão é a marca Cabriz que me vem à cabeça. É uma marca com quase 3 décadas de existência e que já me acompanhou em momentos muito felizes. Faz parte da minha vida, como da vida de muitos portugueses, e, felizmente, de cada vez mais estrangeiros também.
Se tivesse que oferecer um vinho Cabriz a um amigo qual seria e porquê?
Só posso oferecer um?! (risos) Oferecia uma caixa com o Cabriz Reserva branco e o Cabriz Reserva tinto. São dois vinhos de que gosto imenso, e que são excelentes companheiros para a mesa, muito gastronómicos. E não sei se sabem, mas eu adoro gastronomia! (risos)
NOTA:
O espectáculo Insónia vai estar em cena no Teatro Municipal de Portimão entre os dias 2 e 25 de Agosto, todas as 5ª, 6ª e sábados, pelas 22H. Fiquem atentos à página de facebook de Cabriz, porque temos bilhetes para oferecer! Até já!

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